Se teve uma coisa que eu mais fiz na vida foi arranjar confusão e mágoas nessa internet mundana! E não que eu não tenha feito pessoalmente também, mas é que dificilmente tenho contato com as pessoas – quem sabe, isso seja tema de um próximo post – do mesmo modo que eu me orgulhe, pelo contrário. A questão é que sou híbrida... A maldita porra de um contraste ambulante: Adoro ver o circo pegar fogo, mas sofro. Machuca-me profundamente saber quão fui idiota e quão tudo foi tão desnecessário, simplesmente por que eu nunca me calo!... Quem sabe, seja um completo e extremo exorcismo da ideia de equilibro. Eu quero extremos! Eu sou extremos!... Que caminham de um lado a outro em minutos.
Esses dias, uma amiga colocou como capa do Facebook, uma imagem da
cantora Adele com aquela musiquinha chiclete e escrota que só deram atenção por
que era tema de um casalzinho medíocre no horário nobre da rede esgoto de
televisão... Certo, posso até ter pegado nojo dessa música por causa disso –
por conta desse enfoque sem critérios e desmedido –; mas a verdade é essa! Se
ela canta muito? Sinceramente, eu ainda procuro os porquês desse pedestal!
Brinquei esculachando a capa da menina. De bom-humor, claro, mas um
humor um pouco sujo, com direito a famosa frase: “Gosto é que nem cu, eu meto o
pau!”. Resumindo: a garota deve ter ficado puta, pois acabei de ver que ela
excluiu meus comentários... E isso me deixou pensativa para não dizer
indignada!
Pensativa pelo fato de não me sentir mais à vontade para comentar
qualquer coisa no que é “dela”, e isso me leva ao pensamento seguinte:
exclusão; afinal, por que diabos eu teria alguém visualizando minhas
“intimidades” se eu sequer falo com essa pessoa?! Ademais, se tem algo que eu
não consigo conceber é apagar comentários desagradáveis! Não sou hipócrita, já
fiz e apaguei, mas isso em estado extremo da situação; algo que não ocorreu
neste caso. Comentários desagradáveis fazem parte de você, eles expõem sem
delongas o que você é! Uma briga é a exposição do lado fera inexorável do ser
humano. Algo que, de fato, não é animador quando se está em rede; mas que não
deixa de mostrá-lo. Contudo, cada um pensa de um jeito...
Sim, eu azucrino. A minha porra de vida se
resume a azucrinar e ser azucrinada sem limites. Divirto-me quando faço alguém perder a cabeça. Serei eu insensível por isso?!
Oras, já dizia Maysa...
Meu mundo caiu
Eu que aprenda a levantar...

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